Esse almoço foi feito exclusivamente para a pessoa que está comigo todos os segundos da minha vida. Sujei várias panelas e lavei uma baita louça, mas ela merece! Aquela que independente do meu humor, precisa me aguentar, ser forte, corajosa, cuidadosa, acolhedora, enfrentar tudo o que acontece na minha vida. Quem na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, esteve, está e estará comigo, até meu último suspiro. Em todas as minhas conquistas e também, em todos os momentos dolorosos, sempre presente. É justo que eu dedique alguns minutos do meu dia pra ela né? 

Obs.: Até aqui, você já deve ter lido lá no insta, mas a partir daqui, eu termino essa história! 
 

Embora seja “justo” que eu dedique alguns minutos, até horas do meu dia pra ela, muitas vezes eu me esqueci disso. Eu deixei essa pessoa de lado, eu critiquei tudo que ela fazia, o corpo dela, a forma de ser dela… Cada vez que ela fracassou em algo, eu fui muito cruel. Quanto ódio eu já destinei a ela em diversos momentos: “- olha essas pernas, que horror”; “- que pele cheia de espinhas”; “- como tu é medrosa”; “- esse cabelo hein, não se ajeita mesmo”; “- eu não sou boa o suficiente”; “- eu deveria desistir de tentar”... 

Se você se identifica de alguma forma com as frases, sabe de quem estou falando: DE MIM. Eu sou a pessoa a qual critiquei muito, por muito tempo. Eu sei que é bem cruel tudo isso e magoa muito, mas nós fazemos isso e com frequência, não é mesmo? O lado interessante dessa história toda é que nós temos o poder para reverter essa situação até que possamos a conseguir a nos olhar com amor, respeito e gentileza.

Aí, você pode estar se perguntando:”legal, mas como eu faço isso?”. Então, aqui vou trazer dois exemplos simples e de uma forma resumida, porque convenhamos, é preciso um processo de autoconhecimento profundo para lidar com as nossas questões. De pronto, para que desperte uma luz em você referente a esse assunto,  primeiro te convidarei a questionar seus pensamentos e após, colocar amor, onde tem dor. Vamos lá?!

 


	
	“Eu não gosto do meu cabelo.” 
	


1º -  Se questione:  o que você não gosta no seu cabelo? Por que ele não é liso? Por que só cabelos lisos podem ser bonitos? Por que ele tem frizz? Você é uma barbie com cabelo artificial ou um ser humano? Quem te fez acreditar que seu cabelo não pode ser bonito do jeito que ele é? 

2° - Coloque amor, onde tem dor: Já experimentou olhar para esse cabelo com mais carinho? Já buscou cuidar mais desse cabelo, mas com amor? Fazer hidratação caseira com mais frequência, trocar o shampoo, usar produtos específicos para ele, usar menos fontes de calor nele, cortar as pontas, pentear com mais delicadeza, testar novos jeitos de “usá-lo”? Lembre-se: seu cabelo não precisa ser bonito como o da fulana e sim, como ele é. 

 


	
	“Eu não gosto do meu corpo.”
	


 1º - Se questione: o que você não gosta no seu corpo? Por que ele não está no padrão? Já parou pra pensar como esse padrão é inatingível de forma saudável? Já percebeu que tudo que o “corpo padrão” pode fazer, você também pode? Já pensou em quanto esse corpo, do jeitinho que ele é, te sustenta, te leva a lugares, te permite abraçar quem você ama, sente tudo que está se passando com você? Já pensou que o seu corpo é a sua casa neste mundo?

 

2° - Coloque amor, onde tem dor: Já experimentou cuidar desse corpo com todo amor e gentileza que há em você? Fazer uma atividade física, independente de qual seja (não existe somente musculação no mundo meu bem), e sentir o poder da endorfina e serotonina agirem (hormônios de prazer e bem estar)... Tomar um banho demorado, passando o sabonete com muito carinho nesse corpo que te acompanha... Colocar uma música que tu gosta e passar um creme em ti mesma, como quem acaricia algo que ama muito (aos poucos vai se tornando natural)... Te olhar no espelho e ver a mulher única e especial que você é. Ninguém no mundo é igual a você, ninguém no mundo tem o teu olhar, o teu jeito de ser e esse é o seu brilho!

 

Esses exemplos são como eu citei anteriormente, simples, mas sei o quão reais e frequentes eles são. Eles se repetem, se repetem e chega uma hora que é preciso questionar e colocar muito amor em nós, para que eles deixem de acontecer e nos machucar.

Amar a si mesma é desafiador, um ato de coragem em um mundo em que somos ensinadas a nos odiar. Revolucione! Coloque muito amor em você mesma! Somente amando a si com profundidade é possível cuidar e curar das nossas feridas e transbordar amor sincero por aí! 

 

 

Com carinho, 

Larissa Bernardino | Psicóloga CRP 07/35037



 

Com todo meu amor, para alguém mais do que especial

Esse almoço foi feito exclusivamente para a pessoa que está comigo todos os segundos da minha vida. Sujei várias panelas e lavei uma baita louça, mas ela merece! Aquela que independente do meu humor, precisa me aguentar, ser forte, corajosa, cuidadosa, acolhedora, enfrentar tudo o que acontece na minha vida. Quem na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, esteve, está e estará comigo, até meu último suspiro. Em todas as minhas conquistas e também, em todos os momentos dolorosos, sempre presente. É justo que eu dedique alguns minutos do meu dia pra ela né? 

Obs.: Até aqui, você já deve ter lido lá no insta, mas a partir daqui, eu termino essa história! 
 

Embora seja “justo” que eu dedique alguns minutos, até horas do meu dia pra ela, muitas vezes eu me esqueci disso. Eu deixei essa pessoa de lado, eu critiquei tudo que ela fazia, o corpo dela, a forma de ser dela… Cada vez que ela fracassou em algo, eu fui muito cruel. Quanto ódio eu já destinei a ela em diversos momentos: “- olha essas pernas, que horror”; “- que pele cheia de espinhas”; “- como tu é medrosa”; “- esse cabelo hein, não se ajeita mesmo”; “- eu não sou boa o suficiente”; “- eu deveria desistir de tentar”... 

Se você se identifica de alguma forma com as frases, sabe de quem estou falando: DE MIM. Eu sou a pessoa a qual critiquei muito, por muito tempo. Eu sei que é bem cruel tudo isso e magoa muito, mas nós fazemos isso e com frequência, não é mesmo? O lado interessante dessa história toda é que nós temos o poder para reverter essa situação até que possamos a conseguir a nos olhar com amor, respeito e gentileza.

Aí, você pode estar se perguntando:”legal, mas como eu faço isso?”. Então, aqui vou trazer dois exemplos simples e de uma forma resumida, porque convenhamos, é preciso um processo de autoconhecimento profundo para lidar com as nossas questões. De pronto, para que desperte uma luz em você referente a esse assunto,  primeiro te convidarei a questionar seus pensamentos e após, colocar amor, onde tem dor. Vamos lá?!

 

  • “Eu não gosto do meu cabelo.” 

1º -  Se questione:  o que você não gosta no seu cabelo? Por que ele não é liso? Por que só cabelos lisos podem ser bonitos? Por que ele tem frizz? Você é uma barbie com cabelo artificial ou um ser humano? Quem te fez acreditar que seu cabelo não pode ser bonito do jeito que ele é? 

2° - Coloque amor, onde tem dor: Já experimentou olhar para esse cabelo com mais carinho? Já buscou cuidar mais desse cabelo, mas com amor? Fazer hidratação caseira com mais frequência, trocar o shampoo, usar produtos específicos para ele, usar menos fontes de calor nele, cortar as pontas, pentear com mais delicadeza, testar novos jeitos de “usá-lo”? Lembre-se: seu cabelo não precisa ser bonito como o da fulana e sim, como ele é. 

 

  • “Eu não gosto do meu corpo.”

 1º - Se questione: o que você não gosta no seu corpo? Por que ele não está no padrão? Já parou pra pensar como esse padrão é inatingível de forma saudável? Já percebeu que tudo que o “corpo padrão” pode fazer, você também pode? Já pensou em quanto esse corpo, do jeitinho que ele é, te sustenta, te leva a lugares, te permite abraçar quem você ama, sente tudo que está se passando com você? Já pensou que o seu corpo é a sua casa neste mundo?

 

2° - Coloque amor, onde tem dor: Já experimentou cuidar desse corpo com todo amor e gentileza que há em você? Fazer uma atividade física, independente de qual seja (não existe somente musculação no mundo meu bem), e sentir o poder da endorfina e serotonina agirem (hormônios de prazer e bem estar)... Tomar um banho demorado, passando o sabonete com muito carinho nesse corpo que te acompanha... Colocar uma música que tu gosta e passar um creme em ti mesma, como quem acaricia algo que ama muito (aos poucos vai se tornando natural)... Te olhar no espelho e ver a mulher única e especial que você é. Ninguém no mundo é igual a você, ninguém no mundo tem o teu olhar, o teu jeito de ser e esse é o seu brilho!

 

Esses exemplos são como eu citei anteriormente, simples, mas sei o quão reais e frequentes eles são. Eles se repetem, se repetem e chega uma hora que é preciso questionar e colocar muito amor em nós, para que eles deixem de acontecer e nos machucar.

Amar a si mesma é desafiador, um ato de coragem em um mundo em que somos ensinadas a nos odiar. Revolucione! Coloque muito amor em você mesma! Somente amando a si com profundidade é possível cuidar e curar das nossas feridas e transbordar amor sincero por aí! 

 

 

Com carinho, 

Larissa Bernardino | Psicóloga CRP 07/35037



 

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