Ao longo da minha existência nesse universo, aprendi algumas coisas e talvez uma das mais importantes seja o quanto a vida é passageira. Percebo pessoas ao redor vivendo como se o seu tempo aqui fosse eterno. Colocam toda sua energia em coisas vãs, como se tivessem um tempo infinito para dar atenção para as que realmente importam. Anos atrás li uma frase que me marcou muito: “a vida é curta demais para tomar cafés ruins”, desde então reflito muito sobre isso. A única certeza é a morte, mas parece que a gente esqueceu disso. Parece que ela é distante e nunca chegará nem para nós, nem para os que consideramos. Doce ilusão. Não que devemos temê-la, mas precisamos entender que por ela existir, é sábio nos dedicar a utilizar o nosso tempo de vida, para de fato aprender a viver e não nos contentar a sobreviver.

O que nos faz dar gargalhadas? O que nos faz sentir vivos? O que faz sentido na nossa existência? Sim, questões profundas, mas necessárias para nos guiar para aquilo que realmente faz a nossa alma vibrar, os olhos brilharem, que realmente dá sentido a estar aqui. Quando encaramos a brevidade da vida, passamos a visualizar o mundo de maneira diferente. Cada um do seu jeito, já percebe o mundo de forma singular, mas eu falo de uma transformação na forma de compreender, de sentir. Ao aceitar essa realidade, podemos perceber o quanto estamos totalmente conectados ao todo e o quanto até as coisas que nos causam estranhamento, estão intrinsecamente ligadas a nós.

Toda vez que vou a um funeral, me questiono, será que ele(a) amou? Será que conseguiu realizar vontades do seu coração? Será que disse pra quem amava, sobre o seu sentimento? Talvez sim, talvez não. Talvez não fosse importante para ele(a). De toda forma, vale o questionamento e também lembrar que o passado não volta, o futuro é incerto e hoje é a oportunidade de fazer nossa estada aqui valer realmente a pena! 

Aqui, seguem três indicações de música que me ajudaram a refletir e talvez, possam fazer sentido pra você também:

Trem Bala/ Ana Vilela   |   Vai passar rápido / Marcela Taís    |   Verdades do Tempo / Thiago Brado

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Encontrei na escrita uma forma de elaborar o que sinto. Esse texto foi inscrito por mim em 25/09/2020, tempos de pandemia. Mais de dois anos depois, o lendo novamente, percebi o quanto atemporal ele é e resolvi compartilhar aqui. Espero que essas palavras te auxiliem de alguma forma.

Com carinho,

Larissa Bernardino | Psicóloga CRP 07/35037

Trem Bala

Ao longo da minha existência nesse universo, aprendi algumas coisas e talvez uma das mais importantes seja o quanto a vida é passageira. Percebo pessoas ao redor vivendo como se o seu tempo aqui fosse eterno. Colocam toda sua energia em coisas vãs, como se tivessem um tempo infinito para dar atenção para as que realmente importam. Anos atrás li uma frase que me marcou muito: “a vida é curta demais para tomar cafés ruins”, desde então reflito muito sobre isso. A única certeza é a morte, mas parece que a gente esqueceu disso. Parece que ela é distante e nunca chegará nem para nós, nem para os que consideramos. Doce ilusão. Não que devemos temê-la, mas precisamos entender que por ela existir, é sábio nos dedicar a utilizar o nosso tempo de vida, para de fato aprender a viver e não nos contentar a sobreviver.

O que nos faz dar gargalhadas? O que nos faz sentir vivos? O que faz sentido na nossa existência? Sim, questões profundas, mas necessárias para nos guiar para aquilo que realmente faz a nossa alma vibrar, os olhos brilharem, que realmente dá sentido a estar aqui. Quando encaramos a brevidade da vida, passamos a visualizar o mundo de maneira diferente. Cada um do seu jeito, já percebe o mundo de forma singular, mas eu falo de uma transformação na forma de compreender, de sentir. Ao aceitar essa realidade, podemos perceber o quanto estamos totalmente conectados ao todo e o quanto até as coisas que nos causam estranhamento, estão intrinsecamente ligadas a nós.

Toda vez que vou a um funeral, me questiono, será que ele(a) amou? Será que conseguiu realizar vontades do seu coração? Será que disse pra quem amava, sobre o seu sentimento? Talvez sim, talvez não. Talvez não fosse importante para ele(a). De toda forma, vale o questionamento e também lembrar que o passado não volta, o futuro é incerto e hoje é a oportunidade de fazer nossa estada aqui valer realmente a pena! 

Aqui, seguem três indicações de música que me ajudaram a refletir e talvez, possam fazer sentido pra você também:

Trem Bala/ Ana Vilela   |   Vai passar rápido / Marcela Taís    |   Verdades do Tempo / Thiago Brado

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Encontrei na escrita uma forma de elaborar o que sinto. Esse texto foi inscrito por mim em 25/09/2020, tempos de pandemia. Mais de dois anos depois, o lendo novamente, percebi o quanto atemporal ele é e resolvi compartilhar aqui. Espero que essas palavras te auxiliem de alguma forma.

Com carinho,

Larissa Bernardino | Psicóloga CRP 07/35037

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E-mail: alirssbareandrnio@uoltook.ocm
Telefone: 54 9 9201 9339
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